domingo, 10 de junho de 2007

Procuro palavras. Em mim. Por mim. Sem mim. E o que encontro? Pouco amiúde o que procuro. Esforço-me o suficiente em minhas diligências ou me acobardo na indolência? E saberei eu avaliar sem necedade ou imperícia o que deve ser alvo de busca? Ou como deve ser perseguido tal desiderato? E se do ouro reluzente eu não veja sua cintilação e fique radiante perante a refulgência de pechisbeques? Toda a escolha é difícil. Há sempre o medo de errar perante a razoável probabilidade de tal acontecer. Como me isento de mim? Talvez só morrendo…ou nem sequer assim…E isto são apenas palavras, as tais que vieram até mim.

João Vasco

3 comentários:

tb disse...

Viver é também errar, como acertar. As palavras essas, são como a vida :)
beijo

inês leal, 31 anos à volta do sol disse...

ninguém se "isenta" de si...*
daí a maravilha de estarmos vivos. podermos ser nós, inteiros, a cada momento... às vezes, sem dar conta...*

storytellers disse...

Oi João, vim aqui avisar da mudança de endereço do meu blog. Por questões pessoais decidi acabar com o kerubina, que já era tudo menos um blog anónimo como eu desejava desde o início, de qq modo, terei muito gosto que m vás lá visitar no novo endereço: onceuponatime7.blogspot.com

bjos